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Quem constrói uma marca?

5 de setembro de 2011

Um brinquedo totalmente analógico, de design “duro” e blocado não parece ser receita de sucesso com a criançada hoje em dia. É, talvez foi isso o que a própria Lego pensou no final da década de 90, quando o crescimento dos recursos digitais estava fortemente consolidado.

Mas os dinamarqueses da LEGO souberam se reinventar. Conseguiram evoluir sem perder sua essência, e tiveram que fazer isso ouvindo seus próprios consumidores. Mas nem sempre as corporações sabem ouvir os anseios de seus consumidores, e então elas aprendem na “porrada”.

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Qual é o papel do pai no consumo de uma família?

23 de agosto de 2011
Olhe essa família acima e procure identificar rapidamente a dinâmica de consumo deles. Quem é o iniciador, quem é o decisor da compra, e quem é o comprador? É evidente que os papéis podem variar para cada categoria de produto, mas, em geral, seria bastante aceitável apontarmos a menina como iniciadora –  ou motivadora da compra –  a mãe como a decisora, e o pai como o comprador, certo? Bem, não necessariamente.
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The lighter side of dark

15 de agosto de 2011

Outdoors – ou billboard, como dizem os gringos –  são peças geralmente chatas, sem graça alguma. Eu particularmente não sinto falta deles em São Paulo e acho que a Lei Cidade Limpa foi muito benéfica pros judiados olhos paulistanos. Mas de vez em quando, em terras longínquas, surgem ótimas ideias que fazem dessa peça algo bem interessante. Os americanos são bons nisso, e esse outdoor feito por uma dupla de artistas Nova-Iorquinos é um excelente exemplo.
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Google+

29 de junho de 2011


O Google lançou hoje uma nova rede social, o Google+. É uma tentativa de frear o crescimento do Facebook – que já conta com cerca de 750 milhões de usuários – e devolver ao Google aquele destaque no mundo digital que a rede de Mark Zuckerberg vem tomando (e se consolidando) cada vez mais.

Confesso que li pouco sobre essa nova rede e não sei qual é o potencial dela, mas como os projetos do Google sempre vêm com um toque de inovação, acho que vale a pena dar uma investigada.

E você, acha que vai emplacar, ou o Facebook se tornou mesmo insuperável?

Meu amigo, ele diz que….

12 de abril de 2011

Quantas vezes você já ouviu frases como essa do título?  Não me refiro ao conteúdo, mas sim à construção dela. Não sou professor de português e, admito, vira e mexe me atrapalho com o uso a crase!  Mas é cada vez mais comum vermos vícios de linguagem deixando de ser privilégio de adolescentes para alcançar jornalistas, professores e tantos outros que, teoricamente, deveriam demonstrar maior domínio do idioma.

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Qual é seu perfil?

30 de março de 2011

Entre um clique e outro, passei hoje por posts em sites distintos – mas que estão na minha lista diária de leitura – que, coincidência ou não, tinham algo em comum. Ambos falavam de perfil.

Um post, no interessantíssimo CHMKT,  incentivava os planners a explorar melhor os perfis estudados e ir além do básico “sexo, idade, região geográfica, escolaridade”. Outro, no não menos interessante Update or Die, mostrava fotos de pessoas completamente diferentes, explicitando as diferenças entre seres humanos, sejam elas formadas pela genética ou pela interferência do meio social.

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Lucro gourmet

21 de março de 2011

Se há uma coisa que me encanta no mundo dos negócios é ser surpreendido por idéias aparentemente óbvias. Para mim as melhores idéias não são aquelas que me fazem pensar “nossa, é possível fazer isso?”, mas sim aquelas que me despertam um “caramba, claro! Como eu nunca pensei nisso antes?”.

Andando pelo shopping Higienópolis semana passada, reparei que diversas lojas compartilhavam um conceito e, dentre elas, duas me chamaram a atenção.

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Experimentadores

15 de março de 2011

Muito se fala na importância da experiência no processo de aproximação de marcas e consumidores. Mas, além de extraordinária ferramenta de marketing, experiências são produtos cada vez mais prestigiados e requisitados.  Fácil notar isso quando vemos empresas como Viva! Experiências, Jazzside, Peixe Urbano ou Grupon, totalmente focadas – ainda que em níveis diferentes -em venda de experiências.

E experiências podem ser agregadas em praticamente qualquer segmento, ainda que ele pareça ser predominantemente de bens (produtos). Claro que podemos argumentar que produtos proporcionam experiências: um home theater, um vinho, um iPad… Produtos podem, e devem proporciar momentos únicos aos seus compradores, mas isso acontece depois que eles saem da prateleira. Agora, que tal agregar experiência no produto ANTES dele chegar às gôndolas?

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O incrível fenômeno da compensação.

1 de março de 2011

Você realmente acredita que esse carro é de uma familia super feliz?

Quando você abre seu MSN e vê no nick de alguém algo como “FELIIIIIIIZZZZZZ”, ou “AMOOOO MINHA VIDAAAAAAAAAA”, você realmente acredita que há toda essa felicidade ali? Ou em um grupo de amigos, aquele cara que sempre se diz o “comedor”, que fez isso, fez aquilo outro…que pegou não-sei-quem e que tem N fulanas apaixonadas por ele. Você bota uma fé?

É psicologia simples. Não precisa ser especialista em Freud ou fazer análise por anos a fio para entender que existe aí um forte comportamento compensatório. Um mecanismo de defesa.

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A voz do consumidor virou GRITO!

15 de fevereiro de 2011

O visionário Henry Ford e seu “cavalo rápido”. Já se foi a época em que empresas se diferenciavam pela tecnologia de seus produtos.

“Se eu perguntasse para os meus clientes o que eles desejavam, eles diriam: um cavalo mais veloz”. O autor dessa frase é Henry Ford (dispensa apresentações, certo?) e à primeira vista a impressão é de que ele não dava a mínima para a opinião do consumidor. Ao contrário. Henry Ford era não só um mestre em inovação, como também sabia ouvir e interpretar o desejo do consumidor.

É… mas isso em uma época na qual o sucesso de uma empresa dependia da qualidade de seus produtos, e não necessariamente do relacionamento com o consumidor.

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“Eu já sabia!” – dizia o manguaça

27 de janeiro de 2011

A cerveja pode não ser a melhor, mas o copo tem que ser Americano

Quem frequenta boteco – e veja, estou falando boteco, não bar – pede pra trocar de copo se a cerveja é servida num tulipa, num copo de requeijão ou numa caneca de vidro. “Meu amigo, isso não é copo pra cerveja” – geralmente exclama um manguaça, que é rapidamente endossado pelos outros da mesa.

Botequeiro que é botequeiro sabe: copo bom é Copo Americano. E faço questão de usar C e A maiúsculos ao citar esse minimalista porém fabuloso modelo de copo criado pela empresa brasileira Nadir Figueiredo em 1974.

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Escreva um filme com Tim Burton via Twitter

30 de novembro de 2010

Sua chance de assinar uma obra do Tim Burton

Alguma vez você já assistiu um filme e pensou “que droga de final! Até eu escreveria melhor“, ou “esse roteiro é uma merda” ? Aposto que sim, mas se você já pensou essas coisas em relação a algum filme do Tim Burton, chegou a hora de “meter a mão na massa”!

O cineasta doidão resolveu usar o Twitter não somente para falar gracinhas e atualizar os fãs dele a respeito de sua vida, mas como uma ferramenta colaborativa onde os seguidores podem dar rumos ao conto do personagem Stainboy no seu mais recente curta.

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Bigodes fazem a diferença

12 de novembro de 2010

Conhecido por suas aventuras e lutas pela América Latina, o muito-mais-cubano-que-argentino Che Guevara não construiu sua fama duradoura e internacional pela bravura, idéias revolucionárias ou pela liderança nata que fora lapidada ao longo da vida. Não. Che Guevara seria simplesmente Ernesto, um tolo rebelde, se não fosse seu adorno sobre os lábios: o bigode! Ainda que buscasse disfarçar o artifício deixando crescer uma barba meia-boca, Che só se tornou um revolucionário com R maiúsculo graças ao bigode.

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Mídias interessantes

10 de setembro de 2010

Responda rapidamente: quais são as melhores mídias para a divulgação de um seriado de TV? E para o lançamento de um carro? TV, revista e internet, você responderia prontamente? Bom, respostas rápidas, sem entender a essência do que você tem que comunicar e/ou vender, podem se tornar em respostas traiçoeiras.

Resolvi escrever este post depois de me deparar com duas campanhas bem interessantes pelas quais fui impactado diretamente.

Uma delas é da agência Z+ para a Fox, que divulgava a estréia do seriado White Collar, em agosto deste ano. A estratégia da agência era usar elementos fortemente ligados ao conteúdo do seriado para aguçar a curiosidade do pública impactado, e isso resultou em ao menos duas ações interessantes.
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Marketing Político careta? Ah, não este!

16 de agosto de 2010

O partido é conservador, mas o vídeo, nem um pouco

Assim como as empresas, os políticos também buscam se vender e conquistar um espaço na mente do consumidor (leia-se, neste caso, eleitor) e não medem muito esforço para isso. Mas o candidato Jefferson Camillo (PP de São Paulo) resolveu de fato dar um chute de três dedos – linguagem mais apropriada para temas futebolísticos, concordo – no balde!

Com o tema “diga sim ao novo” ele lançou uma série de vídeos que certamente vão nos fazer chamá-lo de fanfarrão, brincalhão ou de muito louco.  Mas, se você quiser dar umas boas risadas, vale a pena conferir alguns deles.

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