Adestre o mico pra trabalhar a seu favor

7 de abril de 2011 by

Rir de si mesmo, comprovadamente, deixa a vida mais leve. E pode deixar o bolso mais pesado, também. Quando leva um tombo na frente da escola inteira, você pode sentar e chorar ou dar risada com todo mundo. Algumas empresas e pessoas já aprenderam a fazer isso. Outras continuam a ser o alvo da chacota ao invés de se beneficiar dela.

Pra dar certo, a estratégia do “rir pra não chorar”  precisa de um bom parceiro: alguma celebridade com senso de humor e jogo de cintura. Vamos a alguns exemplos.

Olha que graça o Branson de comissária! Continue lendo »

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Qual é seu perfil?

30 de março de 2011 by

Entre um clique e outro, passei hoje por posts em sites distintos – mas que estão na minha lista diária de leitura – que, coincidência ou não, tinham algo em comum. Ambos falavam de perfil.

Um post, no interessantíssimo CHMKT,  incentivava os planners a explorar melhor os perfis estudados e ir além do básico “sexo, idade, região geográfica, escolaridade”. Outro, no não menos interessante Update or Die, mostrava fotos de pessoas completamente diferentes, explicitando as diferenças entre seres humanos, sejam elas formadas pela genética ou pela interferência do meio social.

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Lucro gourmet

21 de março de 2011 by

Se há uma coisa que me encanta no mundo dos negócios é ser surpreendido por idéias aparentemente óbvias. Para mim as melhores idéias não são aquelas que me fazem pensar “nossa, é possível fazer isso?”, mas sim aquelas que me despertam um “caramba, claro! Como eu nunca pensei nisso antes?”.

Andando pelo shopping Higienópolis semana passada, reparei que diversas lojas compartilhavam um conceito e, dentre elas, duas me chamaram a atenção.

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Experimentadores

15 de março de 2011 by

Muito se fala na importância da experiência no processo de aproximação de marcas e consumidores. Mas, além de extraordinária ferramenta de marketing, experiências são produtos cada vez mais prestigiados e requisitados.  Fácil notar isso quando vemos empresas como Viva! Experiências, Jazzside, Peixe Urbano ou Grupon, totalmente focadas – ainda que em níveis diferentes -em venda de experiências.

E experiências podem ser agregadas em praticamente qualquer segmento, ainda que ele pareça ser predominantemente de bens (produtos). Claro que podemos argumentar que produtos proporcionam experiências: um home theater, um vinho, um iPad… Produtos podem, e devem proporciar momentos únicos aos seus compradores, mas isso acontece depois que eles saem da prateleira. Agora, que tal agregar experiência no produto ANTES dele chegar às gôndolas?

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O incrível fenômeno da compensação.

1 de março de 2011 by

Você realmente acredita que esse carro é de uma familia super feliz?

Quando você abre seu MSN e vê no nick de alguém algo como “FELIIIIIIIZZZZZZ”, ou “AMOOOO MINHA VIDAAAAAAAAAA”, você realmente acredita que há toda essa felicidade ali? Ou em um grupo de amigos, aquele cara que sempre se diz o “comedor”, que fez isso, fez aquilo outro…que pegou não-sei-quem e que tem N fulanas apaixonadas por ele. Você bota uma fé?

É psicologia simples. Não precisa ser especialista em Freud ou fazer análise por anos a fio para entender que existe aí um forte comportamento compensatório. Um mecanismo de defesa.

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Sua marca está pronta para as redes sociais?

24 de fevereiro de 2011 by

Redes sociais, para empresas, são hoje a coqueluche da interação. Grandiosas empresas começam a solidificar-se neste ambiente, médias empresas tentam seguir seus passos (e eventualmente criar suas próprias alternativas – o que é ótimo) e as pequenas já se estruturam tanto offline quanto online. Todos querem um pedaço deste terreno, mas nem todos sabem exatamente o que fazer.

Trabalhar com redes sociais não é suficiente, mas sim construir uma comunidade. E então?

É uma questão interessante: Marcas tendem a desenvolver um trabalho sério em redes sociais com o intuito de criar laços com seus consumidores, os torná-los colaboradores na divulgação da marca e, consequentemente, vendedores que atraiam ainda mais pessoas, seja você um e-commerce ou não. Se este é realmente o caso, qual é o próximo passo, a partir do momento em que há um número interessantes de seguidores no Twitter, ou fãs no Facebook?

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O emprego novo do Fenômeno

17 de fevereiro de 2011 by

Ex jogadores de futebol não costumam ter problemas de grana. Claro, há exceções, casos de atletas que por um motivo ou outro encontraram dificuldades financeiras após abandonar o esporte. Mas, de forma geral, os milhões acumulados lhes permitem uma vida com poucos sobressaltos.

Parar de jogar não precisa representar o fim da vida profissional. Alguns se mantém ligados ao esporte, como treinadores, empresários de jogadores, dirigentes de clubes, comentaristas. Outros se aventuram por outras searas: abrem empresas, e, claro, metem-se com a política. É triste fato que a habilidade com a bola não costuma ser acompanhada de bom desempenho acadêmico. Ao contrário de países onde o desenvolvimento atlético é necessariamente atrelado à formação escolar, é sabido que nossos craques têm de optar bem cedo entre ir à escola ou perseguir o sonho de ser um jogador. Também por isso, aqueles que falham em amealhar recursos suficientes para manter o padrão de vida após a aposentadoria costumam ter pouco preparo para se recolocar profissionalmente.

Mas surge um novo modelo.

Olha a pinta de businessman!

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A voz do consumidor virou GRITO!

15 de fevereiro de 2011 by

O visionário Henry Ford e seu “cavalo rápido”. Já se foi a época em que empresas se diferenciavam pela tecnologia de seus produtos.

“Se eu perguntasse para os meus clientes o que eles desejavam, eles diriam: um cavalo mais veloz”. O autor dessa frase é Henry Ford (dispensa apresentações, certo?) e à primeira vista a impressão é de que ele não dava a mínima para a opinião do consumidor. Ao contrário. Henry Ford era não só um mestre em inovação, como também sabia ouvir e interpretar o desejo do consumidor.

É… mas isso em uma época na qual o sucesso de uma empresa dependia da qualidade de seus produtos, e não necessariamente do relacionamento com o consumidor.

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3D morreu.

10 de fevereiro de 2011 by

A frase acima, apesar de chocante (e talvez um pouco exagerada, é verdade), faz jus à realidade. Desde a estréia e popularização de Avatar (comentados aqui e aqui), que recebeu 71% de sua renda total advindas de projeções 3D, a procura pelas projeções 2D tem aumentado (nos filmes que contam com a tecnologia de tridimensionalidade, logicamente), conforme verificamos aqui. Tal fenônemo se torna ainda mais preocupante se pensarmos que o aumento no número de salas que proporcionam tal tecnologia aumentou exponencialmente, criando alguns problemas até para o público, que pode não encontrar cópias 2D de um determinado filme.

Chega de ter olhos com cores diferentes.

Chega de ter olhos com cores diferentes.

Mas qual a explicação para isso? Excluindo o sucesso de James Cameron, que baseou-se muito mais no hype que envolveu a produção do que no filme em si, muitas das alternativas apresentadas até hoje foram mal executadas. Fazer um filme em 3D não é sinônimo de sucesso, especialmente se esta película for feita em uma plataforma 2D e então transformada em 3D (como por exemplo Duelo de Titãs). Envolver o consumidor na experiência é condição sine qua non para determinar o sucesso. E não é só isso.

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Salvar arquivo como…

8 de fevereiro de 2011 by

A sustentabilidade, há muito tempo, deixou de ser papo dos ‘ecochatos’ e está inserida na sociedade. Hoje, todos os setores buscam associar suas empresas com questões de relevância socioambiental, mostrando desde os impactos de seus produtos na natureza até (são poucas, ainda) compensação de sua exploração de décadas passadas, numa época que não era dada a devida importância, nem conhecimentos aprofundados, sobre os reflexos da ação do homem no meio ambiente.

.PDF nunca mais

.PDF nunca mais

E um dos primeiros atos sustentáveis no mundo corporativo foi aquela mensagem automática no rodapé dos e-mails, questionando a necessidade da impressão para evitar o disperdício. No início, em muitas empresas, o consumo de papel aumentou pois tais linhas a mais, em mensagens maiores, significavam até uma outra folha impressa. No entanto, com o tempo, a responsabilidade ambiental foi se espalhando no ambiente de trabalho.

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Anúncios Criativos – VI

1 de fevereiro de 2011 by

Mais algumas das boas ideias que nós humanos somos capazes de produzir:

Hot Weber Hats:

Café Venezia (Free Wi-Fi Hotspot):

 

 

 

 

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Quando a contramão é a solução

31 de janeiro de 2011 by

Com o passar do tempo, a sociedade está mais limitada, vigiada, fiscalizada e ameaçada por leis que visam a defesa dos direitos humanos (contra discriminação racial, de gênero, etc.),  mas que, ao invés de unicamente preservar a dignidade, estão restringindo, também, a criatividade. E, nesse caminho, os que ousam chocar a sociedade virão os vilões, os famigerados ‘politicamente incorretos’.

A Nissan, atualmente, resolveu apimentar o mercado publicitário do mundo inteiro com propagandas mais ousadas, tentando chegar o mais próximo do limite legal, afinal, tudo que não é proibido, é permitido.

E resolveu atacar também, de forma bem humorada, seus concorrentes. No Brasil, aproveitando o embalo midiático do sertanejo-pop, batizou a dupla Railuque e Malloque para cutucar suas concorrentes da Toyota e VW, dando a indireta que tais carros são frágeis e para pessoas que priorizam a imagem.

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“Eu já sabia!” – dizia o manguaça

27 de janeiro de 2011 by

A cerveja pode não ser a melhor, mas o copo tem que ser Americano

Quem frequenta boteco – e veja, estou falando boteco, não bar – pede pra trocar de copo se a cerveja é servida num tulipa, num copo de requeijão ou numa caneca de vidro. “Meu amigo, isso não é copo pra cerveja” – geralmente exclama um manguaça, que é rapidamente endossado pelos outros da mesa.

Botequeiro que é botequeiro sabe: copo bom é Copo Americano. E faço questão de usar C e A maiúsculos ao citar esse minimalista porém fabuloso modelo de copo criado pela empresa brasileira Nadir Figueiredo em 1974.

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Os devoradores de cérebro

10 de janeiro de 2011 by

Estou me interessando, de forma mais profunda, em um assunto que anteriormente já me era bacana: a ciência do consumo. O chamado Neuromarketing, área de atuação em que se estuda o comportamento do cérebro nas relações de consumo (ou até mesmo na relação com as marcas). Este estudo é fantástico: Quebra conceitos internalizados em culturas (como por exemplo a exibição constante de mulheres em trajes sumários para vender cervejas), bem como comprova que uma marca pode sim definir o gosto de uma pessoa (muitos bebem Coca-Cola pois ela se chama Coca-Cola, não por seu gosto única e exclusivamente).

Cerveja e mulher, uma combinação que não vende.

Cerveja e mulher, uma combinação que não vende.

O Neuromarketing, apesar de estar se tornando essencial nos Estados Unidos (já existem investimentos na ordem de US$ 7 milhões, para as pesquisas), ainda engatinha por aqui. As pesquisas qualitativas e quantitativas ainda são predominante e definem o escopo de atuação das agências. Porém, acredito eu que, por conta do atual momento de rápidas transições que vivemos, a tendência de se utilizar o Neuromarketing no Brasil se acentuará, especialmente quando tal estudo tornar-se mais acessível, não se restringindo às grandes corporações.

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Redes sociais do bem

21 de dezembro de 2010 by

Que as redes sociais transformaram a internet e seus usuários nos últimos anos, isso ninguém discute. Desde os primórdios do ICQ, faltava algum canal que tratasse com profundidade questões socioambientais. Faltava…

De um dos fundadores do Facebook, Chris Hughes, veio a intenção de concentrar assuntos como combate à pobreza e doenças, reciclagem, humanitarismo, preservação do meio ambiente, energia, educação, guerras, etc., então foi desenvolvida recentemente a rede social JUMO.

Jumo, em uma língua regional africana falada em países da Nigéria ao Congo, quer dizer “juntos em concerto”, e a nova rede social quer exatamente isso: unir pessoas, ativistas, organizações e governos em assuntos relacionados ao desenvolvimento humano e ambiental de todo o planeta, usufruindo-se da internatividade e alcance que a internet proporciona.

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