Posts Tagged ‘Marketing’

Rir é o melhor remédio

31 de agosto de 2011

Duvido você não rir da imagem abaixo:

Prometo que o post é mais engraçado que isso.

Prometo que o post é mais engraçado que isso.

Passando pelos pôneis malditos (você ainda se lembra qual era a marca da propaganda?), juntando com algumas boas ideias das cervejas (a Skol tem investido fortemente neste segmento de comédia, saindo um pouco do conceito cerveja-mulher-futebol-praia), o humor tem se provado eficaz em relacionar-se com o mundo (assim como eu sei que a imagem acima lhe fez se sentir menos intimidado com este post, por exemplo). Desde sempre, aquilo que é divertido, engraçado, gera muito mais viralização e comentários do que algo mais sóbrio, convencional, exatamente porque tudo aquilo que as pessoas mais procuram é a felicidade. E ultimamente tenho percebido algumas boas ideias que se utilizam desta nossa necessidade humana para promover seus produtos e suas marcas. Portanto, vamos a elas: (more…)

Cadê o Google+?

19 de agosto de 2011

Algumas várias semanas já se passaram desde o anúncio do Google+, analistas de todas as partes do mundo já fizeram suas ponderações sobre essa nova rede social, já xingaram, já elogiaram, já associaram ao fim do mundo de 2012, mas…… E aí? Já morreu? Está escondidinho esperando você enviar um e-mail via Gmail para te engolir? Quer te colocar pra fazer roupas por 10 centavos? É a plataforma definitiva da internet para o futuro?

Quem não conhece, não é mesmo?

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O que as marcas podem fazer pelo cinema

13 de junho de 2011

Quem pilota esse skate voador?

Um cara tatuado e barbudão, pinta de bad boy, chega no posto de gasolina. Estaciona a moto e entra na loja de conveniência. Tira os óculos escuros, pede um maço de cigarros e um refrigerante (pra rebater a ressaca). Já fora da loja, pega o isqueiro no bolso da calça jeans. Imaginou a cena? Agora responda: quais as marcas destes produtos mencionados acima? Se tivesse que apostar, cravaria, pela ordem: Harley Davidson, Ray Ban, Marlboro, Coca Cola, Zippo e Levi’s. Porque? Porque é assim que a vida é, meu caro.

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Campanhas de Social Media imperdíveis

9 de maio de 2011

Por trabalhar com isso, é mais do que natural que eu assista diversos vídeos por dia (o que gera até brincadeiras aqui onde eu trabalho), muito em parte para procurar inspiração para ideias de ações dos clientes que cuido. São campanhas que podem ser simples como uma hashtag, passando por ideias que se utilizem de hotsites e integrações entre as redes sociais, mas todas tem o caráter de serem únicas. Portanto, sem mais delongas, apresento-lhes as que mais chamaram a minha atenção recentemente (mas que não necessariamente são ações recentes):

KLM Surprise

Esta é uma ação que eu gostaria de ter participado (só me faltava a grana para ir viajar!): A empresa holandesa KLM se utilizou de redes sociais (mais especificamente o Foursquare e o Twitter), para identificar passageiros que aguardavam seus vôos, entender a cabeça destas pessoas e entregar, antes da viagem, um presente personalizado. Um grande exemplo.

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Uma idéia genial ou um grande mico?

26 de abril de 2011

Desde a explosão do uso da internet e principalmente do aumento exponencial do uso das redes sociais o marketing viral tem se mostrado uma ferramenta extremamente eficaz de divulgação de marcas e produtos.

Vimos diversos cases de sucesso nos últimos anos. Anúncios muitas vezes simples e com custo irrelevante que conseguiram atingir uma audiência praticamente impensada, em um espaço de tempo muito curto.

Algo que com o “Marketing boca a boca” tradicional seria muito mais caro… e com certeza muito mais demorado.

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Produtos que chamamos pela marca e não pelo nome

15 de abril de 2011

Pense no teu dia a dia: Quais utensílios e produtos você usa durante as 24 horas? E desses produtos, quantos deles vocês chamam pela marca, nem se lembra do nome “oficial” daquilo, de tão inserido que está em nossa cultura? Abaixo, alguns produtos que eu (e meu amigo @AWandenkolken) consegui lembrar:

1 – Bom bril

Esponja de aço

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Qual é seu perfil?

30 de março de 2011

Entre um clique e outro, passei hoje por posts em sites distintos – mas que estão na minha lista diária de leitura – que, coincidência ou não, tinham algo em comum. Ambos falavam de perfil.

Um post, no interessantíssimo CHMKT,  incentivava os planners a explorar melhor os perfis estudados e ir além do básico “sexo, idade, região geográfica, escolaridade”. Outro, no não menos interessante Update or Die, mostrava fotos de pessoas completamente diferentes, explicitando as diferenças entre seres humanos, sejam elas formadas pela genética ou pela interferência do meio social.

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Lucro gourmet

21 de março de 2011

Se há uma coisa que me encanta no mundo dos negócios é ser surpreendido por idéias aparentemente óbvias. Para mim as melhores idéias não são aquelas que me fazem pensar “nossa, é possível fazer isso?”, mas sim aquelas que me despertam um “caramba, claro! Como eu nunca pensei nisso antes?”.

Andando pelo shopping Higienópolis semana passada, reparei que diversas lojas compartilhavam um conceito e, dentre elas, duas me chamaram a atenção.

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Experimentadores

15 de março de 2011

Muito se fala na importância da experiência no processo de aproximação de marcas e consumidores. Mas, além de extraordinária ferramenta de marketing, experiências são produtos cada vez mais prestigiados e requisitados.  Fácil notar isso quando vemos empresas como Viva! Experiências, Jazzside, Peixe Urbano ou Grupon, totalmente focadas – ainda que em níveis diferentes -em venda de experiências.

E experiências podem ser agregadas em praticamente qualquer segmento, ainda que ele pareça ser predominantemente de bens (produtos). Claro que podemos argumentar que produtos proporcionam experiências: um home theater, um vinho, um iPad… Produtos podem, e devem proporciar momentos únicos aos seus compradores, mas isso acontece depois que eles saem da prateleira. Agora, que tal agregar experiência no produto ANTES dele chegar às gôndolas?

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O incrível fenômeno da compensação.

1 de março de 2011

Você realmente acredita que esse carro é de uma familia super feliz?

Quando você abre seu MSN e vê no nick de alguém algo como “FELIIIIIIIZZZZZZ”, ou “AMOOOO MINHA VIDAAAAAAAAAA”, você realmente acredita que há toda essa felicidade ali? Ou em um grupo de amigos, aquele cara que sempre se diz o “comedor”, que fez isso, fez aquilo outro…que pegou não-sei-quem e que tem N fulanas apaixonadas por ele. Você bota uma fé?

É psicologia simples. Não precisa ser especialista em Freud ou fazer análise por anos a fio para entender que existe aí um forte comportamento compensatório. Um mecanismo de defesa.

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Sua marca está pronta para as redes sociais?

24 de fevereiro de 2011

Redes sociais, para empresas, são hoje a coqueluche da interação. Grandiosas empresas começam a solidificar-se neste ambiente, médias empresas tentam seguir seus passos (e eventualmente criar suas próprias alternativas – o que é ótimo) e as pequenas já se estruturam tanto offline quanto online. Todos querem um pedaço deste terreno, mas nem todos sabem exatamente o que fazer.

Trabalhar com redes sociais não é suficiente, mas sim construir uma comunidade. E então?

É uma questão interessante: Marcas tendem a desenvolver um trabalho sério em redes sociais com o intuito de criar laços com seus consumidores, os torná-los colaboradores na divulgação da marca e, consequentemente, vendedores que atraiam ainda mais pessoas, seja você um e-commerce ou não. Se este é realmente o caso, qual é o próximo passo, a partir do momento em que há um número interessantes de seguidores no Twitter, ou fãs no Facebook?

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O emprego novo do Fenômeno

17 de fevereiro de 2011

Ex jogadores de futebol não costumam ter problemas de grana. Claro, há exceções, casos de atletas que por um motivo ou outro encontraram dificuldades financeiras após abandonar o esporte. Mas, de forma geral, os milhões acumulados lhes permitem uma vida com poucos sobressaltos.

Parar de jogar não precisa representar o fim da vida profissional. Alguns se mantém ligados ao esporte, como treinadores, empresários de jogadores, dirigentes de clubes, comentaristas. Outros se aventuram por outras searas: abrem empresas, e, claro, metem-se com a política. É triste fato que a habilidade com a bola não costuma ser acompanhada de bom desempenho acadêmico. Ao contrário de países onde o desenvolvimento atlético é necessariamente atrelado à formação escolar, é sabido que nossos craques têm de optar bem cedo entre ir à escola ou perseguir o sonho de ser um jogador. Também por isso, aqueles que falham em amealhar recursos suficientes para manter o padrão de vida após a aposentadoria costumam ter pouco preparo para se recolocar profissionalmente.

Mas surge um novo modelo.

Olha a pinta de businessman!

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Os devoradores de cérebro

10 de janeiro de 2011

Estou me interessando, de forma mais profunda, em um assunto que anteriormente já me era bacana: a ciência do consumo. O chamado Neuromarketing, área de atuação em que se estuda o comportamento do cérebro nas relações de consumo (ou até mesmo na relação com as marcas). Este estudo é fantástico: Quebra conceitos internalizados em culturas (como por exemplo a exibição constante de mulheres em trajes sumários para vender cervejas), bem como comprova que uma marca pode sim definir o gosto de uma pessoa (muitos bebem Coca-Cola pois ela se chama Coca-Cola, não por seu gosto única e exclusivamente).

Cerveja e mulher, uma combinação que não vende.

Cerveja e mulher, uma combinação que não vende.

O Neuromarketing, apesar de estar se tornando essencial nos Estados Unidos (já existem investimentos na ordem de US$ 7 milhões, para as pesquisas), ainda engatinha por aqui. As pesquisas qualitativas e quantitativas ainda são predominante e definem o escopo de atuação das agências. Porém, acredito eu que, por conta do atual momento de rápidas transições que vivemos, a tendência de se utilizar o Neuromarketing no Brasil se acentuará, especialmente quando tal estudo tornar-se mais acessível, não se restringindo às grandes corporações.

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5 tendências para ficar de olho em 2011

14 de dezembro de 2010

E lá se vai mais um ano na vida de todos nós. 2010 foi um ano rápido, pautado nas interações velozes (e por vezes vazias) e uma procura cada vez maior do mundo pelas redes sociais que, se alguém tinha dúvida sobre seu poder, vieram para ficar (e alterar o mundo como o conhecemos). No fim do ano passado tivemos alguns dos fenômenos previstos aqui (e que acertei 4 de 5), mas novidades surgiram que nem mesmo Nostradamus preveria.

O futuro da comunicação

O futuro da comunicação

Portanto, antes de começar 2011 e olhando para aquilo que vem ocorrendo em 2010, lá vão meus pitacos e dicas para serem acompanhadas de perto, pois, se já não explodiram, provavelmente o farão no ano que está por vir:

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Abaixo a criatividade!

3 de dezembro de 2010

Estive, nestas duas últimas semanas, envolvido com assuntos profissionais e pessoais, mas pensei muito no blog. Queria ter escrito algo antes, mas as ideias me fugiam e não se concatenavam e, quanto mais eu pensava sobre isso, mais me pareciam distantes, ruins.

E aí, o quê você vê?

E aí, o quê você vê?

Até que, em uma dessas minhas interações sociais (aka cervejinha com amigos), percebi qual era o “problema”: Estava tentando escrever/criar algo do nada. Algo sem lastro, sem uma ideia por trás, sem uma razão prévia de existência. E, assim como em muitas das coisas deste mundo, não funciona.

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