Posts Tagged ‘Mercado’

Quem constrói uma marca?

5 de setembro de 2011

Um brinquedo totalmente analógico, de design “duro” e blocado não parece ser receita de sucesso com a criançada hoje em dia. É, talvez foi isso o que a própria Lego pensou no final da década de 90, quando o crescimento dos recursos digitais estava fortemente consolidado.

Mas os dinamarqueses da LEGO souberam se reinventar. Conseguiram evoluir sem perder sua essência, e tiveram que fazer isso ouvindo seus próprios consumidores. Mas nem sempre as corporações sabem ouvir os anseios de seus consumidores, e então elas aprendem na “porrada”.

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Rir é o melhor remédio

31 de agosto de 2011

Duvido você não rir da imagem abaixo:

Prometo que o post é mais engraçado que isso.

Prometo que o post é mais engraçado que isso.

Passando pelos pôneis malditos (você ainda se lembra qual era a marca da propaganda?), juntando com algumas boas ideias das cervejas (a Skol tem investido fortemente neste segmento de comédia, saindo um pouco do conceito cerveja-mulher-futebol-praia), o humor tem se provado eficaz em relacionar-se com o mundo (assim como eu sei que a imagem acima lhe fez se sentir menos intimidado com este post, por exemplo). Desde sempre, aquilo que é divertido, engraçado, gera muito mais viralização e comentários do que algo mais sóbrio, convencional, exatamente porque tudo aquilo que as pessoas mais procuram é a felicidade. E ultimamente tenho percebido algumas boas ideias que se utilizam desta nossa necessidade humana para promover seus produtos e suas marcas. Portanto, vamos a elas: (more…)

Qual é o papel do pai no consumo de uma família?

23 de agosto de 2011
Olhe essa família acima e procure identificar rapidamente a dinâmica de consumo deles. Quem é o iniciador, quem é o decisor da compra, e quem é o comprador? É evidente que os papéis podem variar para cada categoria de produto, mas, em geral, seria bastante aceitável apontarmos a menina como iniciadora –  ou motivadora da compra –  a mãe como a decisora, e o pai como o comprador, certo? Bem, não necessariamente.
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O preço da reputação: aZarada? Não!

17 de agosto de 2011

Qual é o maior patrimônio de uma empresa? Qual é o maior patrimônio de uma pessoa? Sim, é o seu nome, seu sobrenome e a sua reputação são os maiores bens que qualquer pessoa (física ou jurídica) deve preservar.

São anos, décadas ou até séculos construindo uma imagem que reflete seja lá o que for: segurança, qualidade, exclusividade, luxo, preço baixo, eficiência, enfim, a busca infinita pela excelência e diferenciação. E quem pontua, quem dá o crédito, quem recomenda, é aquele que compra, que consome e que usufrui. Assim são mensuradas as marcas, não só pelo faturamento, mas muito a partir da sua reputação e da sua aceitação dentro do mercado consumidor.
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O emprego novo do Fenômeno

17 de fevereiro de 2011

Ex jogadores de futebol não costumam ter problemas de grana. Claro, há exceções, casos de atletas que por um motivo ou outro encontraram dificuldades financeiras após abandonar o esporte. Mas, de forma geral, os milhões acumulados lhes permitem uma vida com poucos sobressaltos.

Parar de jogar não precisa representar o fim da vida profissional. Alguns se mantém ligados ao esporte, como treinadores, empresários de jogadores, dirigentes de clubes, comentaristas. Outros se aventuram por outras searas: abrem empresas, e, claro, metem-se com a política. É triste fato que a habilidade com a bola não costuma ser acompanhada de bom desempenho acadêmico. Ao contrário de países onde o desenvolvimento atlético é necessariamente atrelado à formação escolar, é sabido que nossos craques têm de optar bem cedo entre ir à escola ou perseguir o sonho de ser um jogador. Também por isso, aqueles que falham em amealhar recursos suficientes para manter o padrão de vida após a aposentadoria costumam ter pouco preparo para se recolocar profissionalmente.

Mas surge um novo modelo.

Olha a pinta de businessman!

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A voz do consumidor virou GRITO!

15 de fevereiro de 2011

O visionário Henry Ford e seu “cavalo rápido”. Já se foi a época em que empresas se diferenciavam pela tecnologia de seus produtos.

“Se eu perguntasse para os meus clientes o que eles desejavam, eles diriam: um cavalo mais veloz”. O autor dessa frase é Henry Ford (dispensa apresentações, certo?) e à primeira vista a impressão é de que ele não dava a mínima para a opinião do consumidor. Ao contrário. Henry Ford era não só um mestre em inovação, como também sabia ouvir e interpretar o desejo do consumidor.

É… mas isso em uma época na qual o sucesso de uma empresa dependia da qualidade de seus produtos, e não necessariamente do relacionamento com o consumidor.

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Salvar arquivo como…

8 de fevereiro de 2011

A sustentabilidade, há muito tempo, deixou de ser papo dos ‘ecochatos’ e está inserida na sociedade. Hoje, todos os setores buscam associar suas empresas com questões de relevância socioambiental, mostrando desde os impactos de seus produtos na natureza até (são poucas, ainda) compensação de sua exploração de décadas passadas, numa época que não era dada a devida importância, nem conhecimentos aprofundados, sobre os reflexos da ação do homem no meio ambiente.

.PDF nunca mais

.PDF nunca mais

E um dos primeiros atos sustentáveis no mundo corporativo foi aquela mensagem automática no rodapé dos e-mails, questionando a necessidade da impressão para evitar o disperdício. No início, em muitas empresas, o consumo de papel aumentou pois tais linhas a mais, em mensagens maiores, significavam até uma outra folha impressa. No entanto, com o tempo, a responsabilidade ambiental foi se espalhando no ambiente de trabalho.

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Os devoradores de cérebro

10 de janeiro de 2011

Estou me interessando, de forma mais profunda, em um assunto que anteriormente já me era bacana: a ciência do consumo. O chamado Neuromarketing, área de atuação em que se estuda o comportamento do cérebro nas relações de consumo (ou até mesmo na relação com as marcas). Este estudo é fantástico: Quebra conceitos internalizados em culturas (como por exemplo a exibição constante de mulheres em trajes sumários para vender cervejas), bem como comprova que uma marca pode sim definir o gosto de uma pessoa (muitos bebem Coca-Cola pois ela se chama Coca-Cola, não por seu gosto única e exclusivamente).

Cerveja e mulher, uma combinação que não vende.

Cerveja e mulher, uma combinação que não vende.

O Neuromarketing, apesar de estar se tornando essencial nos Estados Unidos (já existem investimentos na ordem de US$ 7 milhões, para as pesquisas), ainda engatinha por aqui. As pesquisas qualitativas e quantitativas ainda são predominante e definem o escopo de atuação das agências. Porém, acredito eu que, por conta do atual momento de rápidas transições que vivemos, a tendência de se utilizar o Neuromarketing no Brasil se acentuará, especialmente quando tal estudo tornar-se mais acessível, não se restringindo às grandes corporações.

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5 tendências para ficar de olho em 2011

14 de dezembro de 2010

E lá se vai mais um ano na vida de todos nós. 2010 foi um ano rápido, pautado nas interações velozes (e por vezes vazias) e uma procura cada vez maior do mundo pelas redes sociais que, se alguém tinha dúvida sobre seu poder, vieram para ficar (e alterar o mundo como o conhecemos). No fim do ano passado tivemos alguns dos fenômenos previstos aqui (e que acertei 4 de 5), mas novidades surgiram que nem mesmo Nostradamus preveria.

O futuro da comunicação

O futuro da comunicação

Portanto, antes de começar 2011 e olhando para aquilo que vem ocorrendo em 2010, lá vão meus pitacos e dicas para serem acompanhadas de perto, pois, se já não explodiram, provavelmente o farão no ano que está por vir:

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Quem quer dinheiro?

13 de setembro de 2010

Começo aqui já pedindo desculpas pelo título meio apelativo, pois, na verdade, o título mais correto seria “Quem quer desconto”, mas me valho da lógica que o atual título atrairá mais a atenção do leitor pois, invariavelmente, é sobre dinheiro que falamos!

50%? Ainda é pouco!

50%? Ainda é pouco!

Acabo de voltar para o Brasil (e daí meu sumiço aqui no blog) e, assim que voltei, me deparei com uma nova tendência online muitíssimo interessante aqui em Sampa (e que aos poucos vai ganhando espaço em outras grandes cidades do Brasil), que é a dos sites que oferecem os mais diversos serviços com descontos muito bons. (more…)

3D – Diversão, Diferenciação e Dinheiro

16 de abril de 2010

A moda 3D está, aparentemente, começando a pegar! Depois da popularização de tal através do belíssimo filme de James Cameron, totalmente filmado com a tecnologia 3D (algumas animações já fazem uso de tal tecnologia, mas em menor escala/gastos), o mercado começa, aos poucos, a se adaptar para trazer aos consumidores tal experiência, na sala de sua casa.

Pegue seu óculos, esta imagem é 3D!

Pegue seu óculos, esta imagem é 3D!

Estive ontem em uma loja em um shopping aqui em Toronto e encontrei 2 televisões já incorporando tal tecnologia. O equipamento consiste na televisão (obviamente) e em um óculos específico para a visualização. A Copa do Mundo na África será filmada e transmitida em 3D, através de alguns canais e jogos de videogame já estão sendo aos poucos adaptados para terem o feel tridimensional (havia um jogo sendo demonstrado na mesma loja). Mas qual o grande apelo aqui?

Estamos hoje em uma era de sensações. Assistir a um filme, seja ele no cinema ou em casa, envolve toda uma experiência e muitos transformam tal em um evento social (além do manjado “cineminha à dois”). As empresas sabem disso e estão sempre tentando promover novas alternativas para satisfazer todos, através de evoluções (Cassete para CD, CD para DVD, DVD para Blu-Ray…) e, ao que tudo indica, o próximo passo lógico é a tridimensionalidade. Será?

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Sexo na internet

19 de março de 2010

Qual(is) o(s) principal(ais) site(s) de sexo você conhece? Quantos você acessa (regularmente, ocasionalmente, ou até mesmo dizendo “ah, uma vez um amigo meu me mostrou esse daqui, mas eu nunca entrei)? Aposto que, seja lá qual for, nenhum deles é o http://www.sex.com, certo? Isso é um fato pois, até o presente momento, este site não existe! Ou melhor, existe seu domínio, mas a utilização dele é nula, por conta de dinheiro!

Impressionante como eles sempre se relacionam, não?

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Social Media + Internet + Avatar = 1 bilhão de dólares

11 de janeiro de 2010

James Cameron está pulando de alegria. O impacto de seu filme, dentro e fora dos cinemas, é impressionante. Mais impressionante ainda agora, depois de todas as análises mercadológicas feitas sobre a película. Não estou aqui para dizer se o filme é bom ou não, mas analisar a convergência de mídias a qual o projeto de Cameron, que durou 17 anos para ficar pronto, criou.

Os irmãos mais velhos dos Smurfs com certeza sabem fazer dinheiro

A ideia não é nova. Muitos filmes já se apoderam das táticas de guerrilha para divulgar/expandir suas qualidades (uma das boas estratégias está presente também no filme do Sherlock Holmes, em que o site criava charadas que aos poucos iam se desvendando, conforme a estreia do filme se aproximava), mas é a primeira vez em que um blockbuster se apodera de todas as formas de mídia online e toma de assalto a internet. Vejamos a seguir: (more…)

Marketing para sanduíches

18 de dezembro de 2009

Ação promocional levada a sério!

É natural que eu tenha começado a me interessar mais por ações promovidas por lanchonetes e redes de restaurantes ultimamente e, em algumas pesquisas que fiz, achei algumas coisas bem curiosas.

Hoje, xeretando no site da Época Negócios eu encontrei duas matérias bem curiosas… uma que eu achei legal, e a outra nem tanto.

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Inovar para lucrar

14 de dezembro de 2009

Acredite: tem um avião dentro do motel!

Se você mora em São Paulo sabe que, se quer encontrar um motel, pode ir pra Av. Marquês de São Vicente, pra rodovia Raposo Tavares e pra alguns outros lugares l-o-t-a-d-o-s de motéis. Muitos deles competem em preço ou qualidade, mas na real poucos conseguem se diferenciar.

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