Posts Tagged ‘Posicionamento’

Quem constrói uma marca?

5 de setembro de 2011

Um brinquedo totalmente analógico, de design “duro” e blocado não parece ser receita de sucesso com a criançada hoje em dia. É, talvez foi isso o que a própria Lego pensou no final da década de 90, quando o crescimento dos recursos digitais estava fortemente consolidado.

Mas os dinamarqueses da LEGO souberam se reinventar. Conseguiram evoluir sem perder sua essência, e tiveram que fazer isso ouvindo seus próprios consumidores. Mas nem sempre as corporações sabem ouvir os anseios de seus consumidores, e então elas aprendem na “porrada”.

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Cadê o Google+?

19 de agosto de 2011

Algumas várias semanas já se passaram desde o anúncio do Google+, analistas de todas as partes do mundo já fizeram suas ponderações sobre essa nova rede social, já xingaram, já elogiaram, já associaram ao fim do mundo de 2012, mas…… E aí? Já morreu? Está escondidinho esperando você enviar um e-mail via Gmail para te engolir? Quer te colocar pra fazer roupas por 10 centavos? É a plataforma definitiva da internet para o futuro?

Quem não conhece, não é mesmo?

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Campanhas de Social Media imperdíveis

9 de maio de 2011

Por trabalhar com isso, é mais do que natural que eu assista diversos vídeos por dia (o que gera até brincadeiras aqui onde eu trabalho), muito em parte para procurar inspiração para ideias de ações dos clientes que cuido. São campanhas que podem ser simples como uma hashtag, passando por ideias que se utilizem de hotsites e integrações entre as redes sociais, mas todas tem o caráter de serem únicas. Portanto, sem mais delongas, apresento-lhes as que mais chamaram a minha atenção recentemente (mas que não necessariamente são ações recentes):

KLM Surprise

Esta é uma ação que eu gostaria de ter participado (só me faltava a grana para ir viajar!): A empresa holandesa KLM se utilizou de redes sociais (mais especificamente o Foursquare e o Twitter), para identificar passageiros que aguardavam seus vôos, entender a cabeça destas pessoas e entregar, antes da viagem, um presente personalizado. Um grande exemplo.

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Produtos que chamamos pela marca e não pelo nome

15 de abril de 2011

Pense no teu dia a dia: Quais utensílios e produtos você usa durante as 24 horas? E desses produtos, quantos deles vocês chamam pela marca, nem se lembra do nome “oficial” daquilo, de tão inserido que está em nossa cultura? Abaixo, alguns produtos que eu (e meu amigo @AWandenkolken) consegui lembrar:

1 – Bom bril

Esponja de aço

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Lucro gourmet

21 de março de 2011

Se há uma coisa que me encanta no mundo dos negócios é ser surpreendido por idéias aparentemente óbvias. Para mim as melhores idéias não são aquelas que me fazem pensar “nossa, é possível fazer isso?”, mas sim aquelas que me despertam um “caramba, claro! Como eu nunca pensei nisso antes?”.

Andando pelo shopping Higienópolis semana passada, reparei que diversas lojas compartilhavam um conceito e, dentre elas, duas me chamaram a atenção.

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Experimentadores

15 de março de 2011

Muito se fala na importância da experiência no processo de aproximação de marcas e consumidores. Mas, além de extraordinária ferramenta de marketing, experiências são produtos cada vez mais prestigiados e requisitados.  Fácil notar isso quando vemos empresas como Viva! Experiências, Jazzside, Peixe Urbano ou Grupon, totalmente focadas – ainda que em níveis diferentes -em venda de experiências.

E experiências podem ser agregadas em praticamente qualquer segmento, ainda que ele pareça ser predominantemente de bens (produtos). Claro que podemos argumentar que produtos proporcionam experiências: um home theater, um vinho, um iPad… Produtos podem, e devem proporciar momentos únicos aos seus compradores, mas isso acontece depois que eles saem da prateleira. Agora, que tal agregar experiência no produto ANTES dele chegar às gôndolas?

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Sua marca está pronta para as redes sociais?

24 de fevereiro de 2011

Redes sociais, para empresas, são hoje a coqueluche da interação. Grandiosas empresas começam a solidificar-se neste ambiente, médias empresas tentam seguir seus passos (e eventualmente criar suas próprias alternativas – o que é ótimo) e as pequenas já se estruturam tanto offline quanto online. Todos querem um pedaço deste terreno, mas nem todos sabem exatamente o que fazer.

Trabalhar com redes sociais não é suficiente, mas sim construir uma comunidade. E então?

É uma questão interessante: Marcas tendem a desenvolver um trabalho sério em redes sociais com o intuito de criar laços com seus consumidores, os torná-los colaboradores na divulgação da marca e, consequentemente, vendedores que atraiam ainda mais pessoas, seja você um e-commerce ou não. Se este é realmente o caso, qual é o próximo passo, a partir do momento em que há um número interessantes de seguidores no Twitter, ou fãs no Facebook?

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Salvar arquivo como…

8 de fevereiro de 2011

A sustentabilidade, há muito tempo, deixou de ser papo dos ‘ecochatos’ e está inserida na sociedade. Hoje, todos os setores buscam associar suas empresas com questões de relevância socioambiental, mostrando desde os impactos de seus produtos na natureza até (são poucas, ainda) compensação de sua exploração de décadas passadas, numa época que não era dada a devida importância, nem conhecimentos aprofundados, sobre os reflexos da ação do homem no meio ambiente.

.PDF nunca mais

.PDF nunca mais

E um dos primeiros atos sustentáveis no mundo corporativo foi aquela mensagem automática no rodapé dos e-mails, questionando a necessidade da impressão para evitar o disperdício. No início, em muitas empresas, o consumo de papel aumentou pois tais linhas a mais, em mensagens maiores, significavam até uma outra folha impressa. No entanto, com o tempo, a responsabilidade ambiental foi se espalhando no ambiente de trabalho.

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Estilingues

18 de outubro de 2010

Lançado em 2006, o Twitter é hoje, sem sombra de dúvida, um dos maiores fenômenos da internet. Seu começo foi lento, é verdade, sendo tomado, até meados de 2008, apenas pelos early adopters, mas, em 2009, principalmente com a entrada das celebridades (e, logicamente, de seus fãs), o número de usuários já passa de 10 milhões. Sim, 10 milhões.

As consequências desta adoção em massa geram (boas) discussões: Alguns alegam que as pessoas agora estão mais próximas de seus ídolos e marcas, outros entendem que há, por conta disso, uma aproximação e pulverização de informação e conteúdos, gerando uma absorção maior de informação pelos usuários, enquanto que, em posições diametralmente opostas, dizem que o Twitter é uma ferramenta banalizada (ou Orkutizada, como ouvi outro dia) e que não existe um propósito real. E aí, pra onde vai o passarinho? Sobrevive a esta saraivada de pedras advindas das críticas?

Oh my God, they've killed Kenn... I mean, Twitter!

Oh my God, they've killed Kenn... I mean, Twitter!

O que acontece, na verdade, é que nunca haverá algo que seja 100% bom. E, por conta disso, é natural que o Twitter passe por críticas e molde-se aos poucos ao espaço que se propõe estar. E são exatamente os problemas do Twitter que eu me proponho analisar aqui e querer saber se concordam ou não.

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Microsoft FAIL

27 de novembro de 2009

As imagens abaixo geraram uma bad publicity pra Microsoft enorme. A primeira imagem foi feita para o site americano e a segunda, para o site polonês. Mudar algumas coisas, para gerar uma certa coerência geo/demográfica é até esperado, especialmente em uma empresa global como a Microsoft, mas o problema aqui é que tudo ficou parecendo uma espécie de racismo. Vejam:

Microsoft

Reparem na mão da segunda imagem. FAIL!

“Um erro que pode custar caro”

19 de novembro de 2009

Um dos personagens infantis famosos de todos os tempos está recebendo uma cara nova. Para um jogo de video game a ser lançado no ano que vem, a Disney optou por usar um Mickey mais malicioso, por assim dizer, acreditando que essa nova personalidade converse melhor com o público infantil atual.

Não posso dizer aqui que sou a favor de uma empresa engessada e conservadora… mas alterar características principais de um personagem que há 71 anos conquista o público por sua simpatia e carisma, me parece uma estratégia de curto prazo, que ignora todo o competente trabalho de branding feito pela empresa americana durante todos estes anos.

Um Mickey mais “malandro” talvez fosse mais apelativo pra molecada hoje em dia, que está acostumada a jogos onde violência impera. Mas, é isso que a Disney quer? É de fato um reposicionamento da empresa ou do personagem ou é simplesmente uma estratégia apelativa que releva toda imagem da corporação? Para alguns colaboradores do site Brand Republic, este pode ser um erro que ainda vai custar muito caro à empresa.

Você imagina o Mickey apertando a bunda da Minnie, por exemplo, ou tentando levar vantagem num jogo de palitinho? rs… pra mim isso me soa como um primo distante daquele que é o ícone da maior empresa de entretenimento do mundo.