Archive for outubro \28\UTC 2010

Quando o marketing dá zica

28 de outubro de 2010

Urucubaca. Agouro. Mandinga. Nhaca. Ziquezira. Essas palavras fazem parte do vocabulário de muito fã de esporte por aí. O futebol é pródigo em exemplos. Aqui mesmo entre os autores do blog, tem nego que faz questão de sentar-se sempre no mesmo lugar da sala pra ver o jogo, ou usar sempre a mesma camisa. E, confesso, sou daqueles que no estádio vociferam contra o infeliz que grita “Gol!” antes da bola entrar – dá azar. Assim como cantar vitória prematuramente, ou comentar sobre a sorte prévia: “Sempre que venho ao estádio, nosso time ganha”. Coisas que não se fazem, e todo fã de futebol sabe.

Porém, parece que a Topper não sabia. E aí, já viu…

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Anúncios

Consumidor exigente, propaganda consciente

25 de outubro de 2010

Mais informações para um consumidor mais exigente

Uma das grandes diferenças entre as propagandas de automóveis na Europa e Brasil é, sem dúvidas, a quantidade de informações que acompanham a foto do veículo dos anúncios europeus.

O velho continente tem as mais rigorosas leis ambientais que regulamentam as emissões de gases poluentes no mundo, forçando montadoras  ao desenvolvimento de novas tecnologias “limpas”. Mas o grande motivador vai além da consciência ecológica do consumidor: atinge o bolso. (more…)

Estilingues

18 de outubro de 2010

Lançado em 2006, o Twitter é hoje, sem sombra de dúvida, um dos maiores fenômenos da internet. Seu começo foi lento, é verdade, sendo tomado, até meados de 2008, apenas pelos early adopters, mas, em 2009, principalmente com a entrada das celebridades (e, logicamente, de seus fãs), o número de usuários já passa de 10 milhões. Sim, 10 milhões.

As consequências desta adoção em massa geram (boas) discussões: Alguns alegam que as pessoas agora estão mais próximas de seus ídolos e marcas, outros entendem que há, por conta disso, uma aproximação e pulverização de informação e conteúdos, gerando uma absorção maior de informação pelos usuários, enquanto que, em posições diametralmente opostas, dizem que o Twitter é uma ferramenta banalizada (ou Orkutizada, como ouvi outro dia) e que não existe um propósito real. E aí, pra onde vai o passarinho? Sobrevive a esta saraivada de pedras advindas das críticas?

Oh my God, they've killed Kenn... I mean, Twitter!

Oh my God, they've killed Kenn... I mean, Twitter!

O que acontece, na verdade, é que nunca haverá algo que seja 100% bom. E, por conta disso, é natural que o Twitter passe por críticas e molde-se aos poucos ao espaço que se propõe estar. E são exatamente os problemas do Twitter que eu me proponho analisar aqui e querer saber se concordam ou não.

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“Boa ação” rende cifrão

8 de outubro de 2010

Fornecer equipamento para esportistas de alto rendimento é grande negócio para marcas do ramo. Se a promessa de um melhor desempenho, maior conforto e proteção da integridade física for endossada pelo atleta, é só um passo pra ser desejada pela legião de admiradores que sonham em ter pelo menos a mesma tralha do ídolo.

Agora, o que dizer quando este equipamento se mostra capaz de uma façanha de maior monta – como, por exemplo, preservar a visão dos mineiros presos numa mina do Chile?

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