Posts Tagged ‘Interatividade’

Rir é o melhor remédio

31 de agosto de 2011

Duvido você não rir da imagem abaixo:

Prometo que o post é mais engraçado que isso.

Prometo que o post é mais engraçado que isso.

Passando pelos pôneis malditos (você ainda se lembra qual era a marca da propaganda?), juntando com algumas boas ideias das cervejas (a Skol tem investido fortemente neste segmento de comédia, saindo um pouco do conceito cerveja-mulher-futebol-praia), o humor tem se provado eficaz em relacionar-se com o mundo (assim como eu sei que a imagem acima lhe fez se sentir menos intimidado com este post, por exemplo). Desde sempre, aquilo que é divertido, engraçado, gera muito mais viralização e comentários do que algo mais sóbrio, convencional, exatamente porque tudo aquilo que as pessoas mais procuram é a felicidade. E ultimamente tenho percebido algumas boas ideias que se utilizam desta nossa necessidade humana para promover seus produtos e suas marcas. Portanto, vamos a elas: (more…)

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Google+

29 de junho de 2011


O Google lançou hoje uma nova rede social, o Google+. É uma tentativa de frear o crescimento do Facebook – que já conta com cerca de 750 milhões de usuários – e devolver ao Google aquele destaque no mundo digital que a rede de Mark Zuckerberg vem tomando (e se consolidando) cada vez mais.

Confesso que li pouco sobre essa nova rede e não sei qual é o potencial dela, mas como os projetos do Google sempre vêm com um toque de inovação, acho que vale a pena dar uma investigada.

E você, acha que vai emplacar, ou o Facebook se tornou mesmo insuperável?

3D morreu.

10 de fevereiro de 2011

A frase acima, apesar de chocante (e talvez um pouco exagerada, é verdade), faz jus à realidade. Desde a estréia e popularização de Avatar (comentados aqui e aqui), que recebeu 71% de sua renda total advindas de projeções 3D, a procura pelas projeções 2D tem aumentado (nos filmes que contam com a tecnologia de tridimensionalidade, logicamente), conforme verificamos aqui. Tal fenônemo se torna ainda mais preocupante se pensarmos que o aumento no número de salas que proporcionam tal tecnologia aumentou exponencialmente, criando alguns problemas até para o público, que pode não encontrar cópias 2D de um determinado filme.

Chega de ter olhos com cores diferentes.

Chega de ter olhos com cores diferentes.

Mas qual a explicação para isso? Excluindo o sucesso de James Cameron, que baseou-se muito mais no hype que envolveu a produção do que no filme em si, muitas das alternativas apresentadas até hoje foram mal executadas. Fazer um filme em 3D não é sinônimo de sucesso, especialmente se esta película for feita em uma plataforma 2D e então transformada em 3D (como por exemplo Duelo de Titãs). Envolver o consumidor na experiência é condição sine qua non para determinar o sucesso. E não é só isso.

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Estilingues

18 de outubro de 2010

Lançado em 2006, o Twitter é hoje, sem sombra de dúvida, um dos maiores fenômenos da internet. Seu começo foi lento, é verdade, sendo tomado, até meados de 2008, apenas pelos early adopters, mas, em 2009, principalmente com a entrada das celebridades (e, logicamente, de seus fãs), o número de usuários já passa de 10 milhões. Sim, 10 milhões.

As consequências desta adoção em massa geram (boas) discussões: Alguns alegam que as pessoas agora estão mais próximas de seus ídolos e marcas, outros entendem que há, por conta disso, uma aproximação e pulverização de informação e conteúdos, gerando uma absorção maior de informação pelos usuários, enquanto que, em posições diametralmente opostas, dizem que o Twitter é uma ferramenta banalizada (ou Orkutizada, como ouvi outro dia) e que não existe um propósito real. E aí, pra onde vai o passarinho? Sobrevive a esta saraivada de pedras advindas das críticas?

Oh my God, they've killed Kenn... I mean, Twitter!

Oh my God, they've killed Kenn... I mean, Twitter!

O que acontece, na verdade, é que nunca haverá algo que seja 100% bom. E, por conta disso, é natural que o Twitter passe por críticas e molde-se aos poucos ao espaço que se propõe estar. E são exatamente os problemas do Twitter que eu me proponho analisar aqui e querer saber se concordam ou não.

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Social Media + Internet + Avatar = 1 bilhão de dólares

11 de janeiro de 2010

James Cameron está pulando de alegria. O impacto de seu filme, dentro e fora dos cinemas, é impressionante. Mais impressionante ainda agora, depois de todas as análises mercadológicas feitas sobre a película. Não estou aqui para dizer se o filme é bom ou não, mas analisar a convergência de mídias a qual o projeto de Cameron, que durou 17 anos para ficar pronto, criou.

Os irmãos mais velhos dos Smurfs com certeza sabem fazer dinheiro

A ideia não é nova. Muitos filmes já se apoderam das táticas de guerrilha para divulgar/expandir suas qualidades (uma das boas estratégias está presente também no filme do Sherlock Holmes, em que o site criava charadas que aos poucos iam se desvendando, conforme a estreia do filme se aproximava), mas é a primeira vez em que um blockbuster se apodera de todas as formas de mídia online e toma de assalto a internet. Vejamos a seguir: (more…)

Automóvel OpenSource

2 de dezembro de 2009

Aos conhecedores de tecnologia, a palavra acima relaciona-se diretamente ao seu mundo. OpenSource nada mais é do que um software montado em uma base aberta, passível de alterações pelos usuários. O Linux, sua principal aplicação, hoje conta com uma certa popularidade, além de customizações das mais diversas. Podemos citar também o ainda beta Google Wave, uma experiência da Google para gerenciar mensagens instantâneas, e-mails e feeds de informação.

Porém, antes restrito ao mundo binário, a experiência de “abrir o código” e permitir que os usuários alterem aquilo que acham válido ganhou um novo Mercado: o automobilístico. A Fiat, através de seu site  FiatMio.cc, pretende desenvolver seu carro através da colaboração primordial de seus consumidores, ao invés de uma equipe de desenvolvimento apenas.

FiatMIo

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Vitrines reativas – II

30 de novembro de 2009

Uma de nossas primeiras postagens aqui neste blog foi sobre vitrine reativa, algo que eu já conhecia mas achava ser apenas uma ação isolada de promoção (valleuz Davi, por ter feito o post e aguçado minha curiosidade).

Os vídeos abaixo mostram algumas outras ideias sobre este mesmo tema: (more…)

Vitrine reativa. E outros.

6 de novembro de 2009

Quando chegou a crise econômica no segundo semestre de 2008, muita gente falava que as empresas teriam que se reinventar e, nesse processo, sem dúvida haveria muito espaço pra inovação. E houve. Muitos anunciantes reduziram o investimento em publicidade tradicional e, neste processo, ações alternativas que promovem a interação de público x marca ganharam força.

Exemplo disso é o aumento do uso da realidade aumentada, usada de embalagens de cereal até encarte de CDs e DVDs. Outra ferramenta que ganhou destaque foi a vitrine reativa. Até por conta da minha atual atividade profissional, tenho pesquisado a respeito e percebi que isso já vem sendo usado nos EUA e possivelmente ganhará força no Brasil logo logo.

Quem já tem alguma experiência com isso são os americanos da Monster Media. Abaixo um vídeo com um pouco do que eles fazem.