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16 de novembro de 2011

Grita, Galvão!!

Pois é, a falta de heróis da pátria de chuteiras nas manhãs de domingo fez Galvão Bueno buscar novos ares, selecionando os mais importantes eventos de cada esporte e deixando o resto para o Cleber Machado e o Galvãozinho. A queda da audiência da Fórmula 1 é justificada pelos maus resultados dos pilotos tupiniquins, no entanto, a essência da mudança de foco da mais famosa voz do esporte é o de sempre: o lucro.

A Globo estipulou em R$ 8.500.000,00 (oito milhões e meio de reais) cada cota para anunciantes, cinco no total, exporem suas marcas na transmissão do UFC. E o risco é grande de lutas terminarem em 1 minuto, como aconteceu no primeiro evento televisionado pela emissora carioca.

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O preço da reputação: aZarada? Não!

17 de agosto de 2011

Qual é o maior patrimônio de uma empresa? Qual é o maior patrimônio de uma pessoa? Sim, é o seu nome, seu sobrenome e a sua reputação são os maiores bens que qualquer pessoa (física ou jurídica) deve preservar.

São anos, décadas ou até séculos construindo uma imagem que reflete seja lá o que for: segurança, qualidade, exclusividade, luxo, preço baixo, eficiência, enfim, a busca infinita pela excelência e diferenciação. E quem pontua, quem dá o crédito, quem recomenda, é aquele que compra, que consome e que usufrui. Assim são mensuradas as marcas, não só pelo faturamento, mas muito a partir da sua reputação e da sua aceitação dentro do mercado consumidor.
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Salvar arquivo como…

8 de fevereiro de 2011

A sustentabilidade, há muito tempo, deixou de ser papo dos ‘ecochatos’ e está inserida na sociedade. Hoje, todos os setores buscam associar suas empresas com questões de relevância socioambiental, mostrando desde os impactos de seus produtos na natureza até (são poucas, ainda) compensação de sua exploração de décadas passadas, numa época que não era dada a devida importância, nem conhecimentos aprofundados, sobre os reflexos da ação do homem no meio ambiente.

.PDF nunca mais

.PDF nunca mais

E um dos primeiros atos sustentáveis no mundo corporativo foi aquela mensagem automática no rodapé dos e-mails, questionando a necessidade da impressão para evitar o disperdício. No início, em muitas empresas, o consumo de papel aumentou pois tais linhas a mais, em mensagens maiores, significavam até uma outra folha impressa. No entanto, com o tempo, a responsabilidade ambiental foi se espalhando no ambiente de trabalho.

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Quando a contramão é a solução

31 de janeiro de 2011

Com o passar do tempo, a sociedade está mais limitada, vigiada, fiscalizada e ameaçada por leis que visam a defesa dos direitos humanos (contra discriminação racial, de gênero, etc.),  mas que, ao invés de unicamente preservar a dignidade, estão restringindo, também, a criatividade. E, nesse caminho, os que ousam chocar a sociedade virão os vilões, os famigerados ‘politicamente incorretos’.

A Nissan, atualmente, resolveu apimentar o mercado publicitário do mundo inteiro com propagandas mais ousadas, tentando chegar o mais próximo do limite legal, afinal, tudo que não é proibido, é permitido.

E resolveu atacar também, de forma bem humorada, seus concorrentes. No Brasil, aproveitando o embalo midiático do sertanejo-pop, batizou a dupla Railuque e Malloque para cutucar suas concorrentes da Toyota e VW, dando a indireta que tais carros são frágeis e para pessoas que priorizam a imagem.

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Redes sociais do bem

21 de dezembro de 2010

Que as redes sociais transformaram a internet e seus usuários nos últimos anos, isso ninguém discute. Desde os primórdios do ICQ, faltava algum canal que tratasse com profundidade questões socioambientais. Faltava…

De um dos fundadores do Facebook, Chris Hughes, veio a intenção de concentrar assuntos como combate à pobreza e doenças, reciclagem, humanitarismo, preservação do meio ambiente, energia, educação, guerras, etc., então foi desenvolvida recentemente a rede social JUMO.

Jumo, em uma língua regional africana falada em países da Nigéria ao Congo, quer dizer “juntos em concerto”, e a nova rede social quer exatamente isso: unir pessoas, ativistas, organizações e governos em assuntos relacionados ao desenvolvimento humano e ambiental de todo o planeta, usufruindo-se da internatividade e alcance que a internet proporciona.

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Aqui não, Luís Vitão!

16 de novembro de 2010

Que mulher nunca desejou uma bolsa da Louis Vuitton, Chanel ou Prada? Tais desejos, para a grande maioria, estão longe da realidade pelo fato de ser apenas a alta sociedade que consome, com freqüência, o famigerado mercado de luxo. E como fica o resto da população?

Calma, para tudo dá-se um jeito, ainda mais quando o mercado-alvo é a vaidade feminina: basta uma visitinha na Rua 25 de Março ou qualquer outro centro de comércio popular para comprar a (não tão desejada) Luís Vitão, versão ching-ling da marca italiana.

"Nossa, quanto luxo!"

"Nossa, quanto luxo!"

E camelôs não são privilégios de brasileiros ou paraguaios. Tal atividade informal existe em todos os países, inclusive na Itália, o “berço da moda”,  causando prejuízos bilionários aos produtores das mais prestigiadas grifes que atiçam consumidores de high-end products em todo o mundo.

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Consumidor exigente, propaganda consciente

25 de outubro de 2010

Mais informações para um consumidor mais exigente

Uma das grandes diferenças entre as propagandas de automóveis na Europa e Brasil é, sem dúvidas, a quantidade de informações que acompanham a foto do veículo dos anúncios europeus.

O velho continente tem as mais rigorosas leis ambientais que regulamentam as emissões de gases poluentes no mundo, forçando montadoras  ao desenvolvimento de novas tecnologias “limpas”. Mas o grande motivador vai além da consciência ecológica do consumidor: atinge o bolso. (more…)